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Algodão exporta 70% mais e se destaca na balança comercial

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As exportações do agronegócio atingiram US$ 31,4 bilhões nos quatro primeiros meses deste ano, com evolução de 5,9% em relação a igual período de 2019.

A força da balança comercial, como vem ocorrendo nos últimos anos, se baseia praticamente em soja, carnes bovina e de frango “in natura”. Juntas, representaram 50% das exportações brasileiras.

Conforme dados compilados pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), com base na Secex (Secretaria de Comércio Exterior), outros produtos se somam à lista dos bons desempenhos neste ano.

Um deles é o algodão, cujas exportações de janeiro a abril deste ano superaram em 69,5% as de igual período anterior.

As vendas externas desta fibra somaram US$ 1,12 bilhão no primeiro quadrimestre, bem acima dos US$ 659,2 milhões de janeiro a abril de 2019.

Os dados da CNA mostraram também uma boa recuperação do açúcar em bruto e refinado. As vendas externas desses produtos atingiram US$ 1,75 bilhão no ano, 36% mais. As exportações de álcool subiram 14%.

Este é um setor que dependerá muito das exportações, devido à redução de consumo interno, tanto de açúcar como de etanol.

A carne suína, no vácuo deixado pela queda do rebanho chinês, já tem exportações no valor de US$ 606 milhões, 57% mais do que em 2019. A tendência é de alta para este ano, devido à necessidade de importação da China.

Os números da balança mostram que os chineses são os grandes parceiros comerciais do Brasil no agronegócio. Neste ano, as compras do país asiático já somam US$ 11,8 bilhões, 38% mais do que em 2019.

Bem distantes, vêm a União Europeia (US$ 5,1 bilhões) e Estados Unidos (US$ 1,9 bilhão).

Nas contas da CNA, nove dos produtos importantes da balança comercial brasileira perderam força neste ano. A maior queda ocorreu com o milho, cujas receitas externas encolheram 54%.

A celulose, uma commodity de grande participação nas exportações brasileiras, perdeu 31% das receitas neste ano, que recuaram para US$ 2 bilhões no período.

Produtos que ainda precisam ganhar força no mercado externa, como lácteos e frutas, continuam com pouca representatividade na balança comercial.

O Irã, o quarto principal parceiro comercial brasileiro no agronegócio em 2019, foi o grande ausente da balança comercial deste ano.

De janeiro a abril, os iranianos compraram o correspondente a apenas US$ 179 milhões no Brasil, 78% menos do que em 2019, conforme dados apurados pela Folha.

O Irã reduziu as importações de carnes, de milho e de soja, mas elevou as de açúcar.

Soja livre Bons prêmios estão animando os produtores de Mato Grosso e devem incentivar o plantio de soja convencional. Segundo Endrigo Delcin, presidente do Instituto Soja Livre, esse tipo de soja recebe de R$ 10 a R$ 12 a mais por saca.

Demanda Para ele, “há um nicho de mercado muito importante que os produtores rurais mato-grossenses e brasileiros podem atingir. A Europa é consumidora e buscamos alterações na legislação da China para que a convencional também seja diferenciada naquele país”.

Área menor Dados do IMEA (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) apontam que a área de soja convencional vem diminuindo em Mato Grosso. Recuou de 18% do total da safra 2017/18 para 5% na 2019/20. O mercado lá fora está em alerta para essa baixa da produção, diz Delcin.

Custo operacional O IMEA estimou que o hectare de soja transgênica tem custo de R$ 3.482, próximo do da convencional, que é de R$ 3.600. Já a semente transgênica representa 9% do custo, enquanto a convencional participa com 7%. Os gastos com defensivos também são semelhantes nas duas culturas.

Citrosuco A empresa fará a doação de R$ 400 mil para o Hospital Carlos Fernando Malzoni, em Matão (SP). A verba será direcionada para a construção de uma nova ala, que terá foco no combate da pandemia de Covid-19.

Milho Irregularidades nas chuvas em abril levaram a AgRural a fazer um novo corte em sua estimativa de produção de milho safrinha na região centro-sul. A produção agora está projetada em 66,7 milhões de toneladas neste período.

FONTE: Folha de São Paulo

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