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CARNE SUÍNA: Metade das exportações foi para a China

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Praticamente a metade da carne suína brasileira exportada teve a China e Hong Kong como destino no acumulado de 2019

Enquanto o primeiro responde por 33% da participação, a região autônoma chinesa importa 16% da proteína brasileira. Entre janeiro e julho deste ano, as exportações de carne suína cresceram 30,4%, totalizando US$ 774,57 milhões. Foram remessadas ao exterior 362.842 toneladas ao longo do período. Os dados são do Ministério da Economia.

Valor

Apenas a China adquiriu US$ 261,7 milhões em carne suína brasileira. O montante representa acréscimo de 45,2% sobre o que esse mesmo país importou entre janeiro e julho do ano passado. Em 2018, a China já havia ampliado em 202% as importações dessa proteína da indústria brasileira.

Hong Kong – Enquanto isso, a região autônoma Hong Kong comprou US$ 123,61 milhões em carne suína do país. Apesar de representar 16% das exportações brasileiras, houve queda de 9,2% na comparação com o mesmo período de 2018.

Rússia

A Rússia, por sua vez, que era o principal mercado de destino da carne suína brasileira, agora representa 9,5% do total. O volume é expressivo, considerando que aquele país não importou a proteína brasileira no ano passado. Até o momento, as exportações para aquele destino somam US$ 78,86 milhões.

América do Sul

A América do Sul foi outro destino importante da proteína suína do Brasil no acumulado do ano. Neste caso, o principal comprador foi o Chile, com 7,2% de participação. Em seguida, aparece o Uruguai, com 6,5% de participação, e a Argentina, que comprou 5,6% de toda a carne suína brasileira exportada.

Cingapura

Voltando para a Ásia, Cingapura aparece como o terceiro principal consumidor naquele continente, com 6,5% de participação. O Vietnã, que, assim como a China, tem sofrido com o surto de Peste Suína Africana, passou a adquirir a carne suína brasileira.

Neste caso, o país agora responde a 2,2% do total exportado, mas isso representa um aumento de 482% na comparação com o ano passado.

FONTE: Portal do Agronegócio

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