China libera carne bovina brasileira certificada até 3 de setembro

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Carnes inspecionadas e com certificado sanitário antes do embargo pelo mal da vaca louca.

A China anunciou nesta 3ª feira (23.nov.2021) que irá aceitar importação da carne bovina brasileira. A abertura é apenas para os lotes de produtos que já tinham recebido uma certificação sanitário antes do embargo, em 4 de setembro, pré-embargo. A informação foi confirmada pela ministra Tereza Cristina (Agricultura).

A exportação de carne à China está suspensa desde setembro. O motivo foi a identificação de casos atípicos de EBB (Encefalopatia Espongiforme Bovina) —conhecida como o “mal da vaca louca”.

Em conversa com jornalistas, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento disse que o desafio agora é liberar os produtos exportados depois de 4 de setembro, data em que foram identificados os 2 casos. “Estamos em andamento nesse processo e espero que seja resolvido ainda nesta semana”, disse.

Por ora, apenas as carnes que foram inspecionadas e aprovadas sanitariamente antes da interrupção das exportações ao país asiático serão liberadas. A expectativa do governo brasileiro era ter retomado o embarque de carne bovina em 15 dias.

Mas as autoridades sanitárias chinesas não retomaram as exportações. O governo brasileiro já entregou todas as informações técnicas ao país asiático e está aguardando a decisão.

Uma avaliação da OIE (Organização Mundial de Saúde Animal), realizada em setembro, concluiu que os casos de “mal da vaca louca” no Brasil não representam riscos para a saúde animal e humana.

Foram identificados 2 casos da doença na carne de 2 frigoríficos, 1 em Belo Horizonte (MG) e outro em Nova Canaã do Norte (MT). De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o caso de EEB atípico ocorre de maneira espontânea e esporádica e não está relacionado à ingestão de alimentos contaminados.

Em outubro, as exportações de carne bovina brasileira caíram 43% na comparação com o mesmo período de 2020. A receita caiu 31%, de acordo com levantamento realizado pela Abrafrigo (Associação Brasileira de Frigoríficos).

No acumulado do ano, a variação da exportação já tem um impacto negativo de 2%, enquanto a receita segue com saldo positivo de 16% em relação ao mesmo período de 2020.

FONTE: Poder 360

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