fbpx

CNA quer padronizar classificação de grãos para facilitar exportação

Compartilhe esta notícia

Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email

De acordo com a CNA, o mercado, que é formado por feijão, ervilha, lentilha e grão de bico, tem ganhado muito espaço no mercado internacional.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reuniu na quinta, 8, produtores, exportadores e representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Embrapa para discutir padrões de classificação de pulses (feijão, ervilha, lentilha e grão de bico).

De acordo com o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Alan Malinski, o objetivo do encontro foi desenvolver uma tabela de classificação e padronização dessas culturas para exportação.

Você sabe o que são pulses? Entenda!

Feijão e pulses: desafios e oportunidades em 2019

“O Brasil tem ganhado muito espaço nesse mercado, sobretudo com os feijões e o grão de bico. E para aumentar a participação desses produtos no comércio exterior, o setor precisa formalizar algumas etapas do processo. Então nós discutimos os detalhes que precisam conter em uma instrução normativa para regularizar essa cadeia”, explicou.

De acordo com a CNA, o Brasil tem capacidade de ampliar as exportações do grão de bico para mercados importantes, como Índia, Turquia, Argélia, Canadá, Jordânia, Sri Lanka, Arábia Saudita, Líbia e principalmente União Europeia e Bangladesh, que não cobram tarifa de importação desse produto do Brasil.

“A classificação dos grãos é um desafio para a exportação. O Brasil possui padronização para o mercado local, mas não para o mercado externo, então precisamos adequar isso e definir parâmetros para superar esse gargalo”, disse o empresário Paulo Aguiar.

Durante a reunião, também foram debatidos os trabalhos desenvolvidos pela Embrapa para feijão e pulses, como pesquisas para desenvolvimento de novas variedades e sistemas de produção para tornar essas culturas mais produtivas e gerar produtos de melhor qualidade.

“Existe um mercado interessante lá fora e os produtores brasileiros precisam de um regramento mínimo que facilite a comercialização desses produtos. O debate com o Ministério da Agricultura gerou possíveis caminhos para essa demanda”, afirmou o chefe-geral da Embrapa Arroz e Feijão, Alcido Wander.

FONTE: Jornal Somos

últimas notícias no Comércio Exterior

solicitar atendimento

vamos conversar sobre Comércio Exterior ?

services for companies outside Brazil