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Produtores de algodão de MS concluem colheita com 85,5% da safra já vendida

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A colheita da safra de algodão 2019/2020 foi 100% concluída em Mato Grosso do Sul. O volume de algodão em pluma produzido totalizou 57.255 toneladas e cerca de 85,5% já está comercializado, sendo 28.787 toneladas destinadas à exportação, que equivale a 50,3% do volume da safra, de acordo com os dados levantados pela equipe técnica da Associação Sul-mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampasul).

Com uma área plantada de 31.640 hectares, os produtores alcançaram produtividade média de 301,6 arrobas por hectare.

Conforme a associação, problemas climáticos e de manejo da cultura dificultaram o incremento de produtividade no algodão da segunda safra, que ficou com uma média de produtividade 237,4 arrobas por hectare, enquanto o algodão de primeira época encerrou com uma média de 309 arrobas por hectare.

O diretor executivo da Ampasul, Adão Hoffmann, informou em comunicado que o clima favorável durante a colheita do algodão proporcionou fibras de ótima qualidade, dentro dos padrões de exportação e para o mercado interno. “A expectativa é de que na próxima safra 2020/21, consigamos manter a qualidade, ainda que com uma safra brasileira menor”.

Finalizada a colheita, a Ampasul alerta aos produtores rurais para o vazio sanitário, que na região norte/nordeste do Estado se inicia em 15 de setembro e se estende até 30 de novembro.

Bahia

A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) promoveu na quinta-feira (3) um encontro virtual com foco no controle de plantas voluntárias e na destruição de soqueiras e tigueras depois da colheita do algodão. o agrônomo e pesquisador da Fundação Bahia, Victor Porto, destacou que, apesar dos restos culturais do algodão não competirem com outras espécies agrícolas, o combate é imprescindível para o combate às pragas.

“É fundamental o compromisso com o vazio sanitário, essas plantas passarão meses, despercebidas, porém na época da chuva serão hospedeiras”, disse ele, em comunicado.

Medida determinada pela legislação fitossanitária, sob a recomendação do Comitê Técnico Regional do Algodão, o vazio sanitário, com a eliminação de todos os restos culturais do algodão, marca o fim da colheita do produto no Oeste da Bahia, a partir do dia 20 de setembro.

O agrônomo Marcelo Nicolai apresentou durante o evento as diferentes maneiras de controlar os focos de pragas e doenças. Ao longo da palestra, ele demonstrou experiências de destruição química e mecânica, e relatou a importância de mesclar os dois sistemas para garantia de uma melhor eficácia.

FONTE: Terrra

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