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Segundo dados, importação de vinho duplica em cinco anos

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De forma geral, há muito o que crescer em termos de cultura e consumo do vinho entre os brasileiros. A boa notícia, no entanto, é que o consumo de vinhos no Brasil tem apresentado um crescimento notável nos últimos anos. Fato esse que é corroborado pelo atual recorde na importação de vinhos apurado no primeiro semestre deste ano.

Em uma medição realizada no período entre janeiro a maio deste ano, a Comex Stat, sistema de dados estatísticos sobre importação e exportação mantido pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, apontou que mais de 60 milhões de litros de vinhos, entre vinhos tintos, brancos e rosés, foram importados pelo Brasil. Uma movimentação virtuosa que beirou a cifra de US$ 200 milhões. A maior parte desses vinhos oriundos de produtores de Portugal, Chile, Argentina, Itália e Espanha.

De olho na oportunidade

Essa movimentação, se comparada ao exercício completo de 2015, já representa 100% de crescimento em valores e 122% em volume. Provocando, assim, um verdadeiro frisson entre operadores internos de importação e os produtores e traders de importantes produtores de vinho, como Portugal, Espanha, Itália e França, interessados tanto em estimular o potencial crescimento na importação de vinhos pelo mercado brasileiro quanto em aproveitar o bom momento.

Além de um inequívoco aumento no interesse do consumidor brasileiro por vinhos, outros fatores têm servido para animar esse importante mercado.

Um desses fatores é o acordo de livre comércio firmado em junho deste ano entre a União Europeia e o Mercosul. Isso porque, atualmente, no Brasil, o vinho sofre um impacto de cerca de 70% em seu preço final, em razão de impostos e tarifas que incidem sobre a bebida. E o acordo visa a uma redução de até 30% nos vinhos europeus que chegarão ao Brasil, através da intenção de reduzir a zero as tarifas incidentais sobre a importação de vinhos produzidos nos países que participam da União Europeia.

Desta forma, o acordo de livre comércio firmado entre o Mercosul e a União Europeia proporcionará um grande estímulo, favorecendo as relações entre o mercado consumidor brasileiro e produtores, como Portugal, Espanha e Itália, entre outros países signatários dos dois blocos político-econômicos.

Um cenário animador

Diante de todos esses fatores que tornam o mercado brasileiro de vinhos bastante atraente para os fornecedores internacionais, especialmente somado ao fato de que o maior país da América Latina tem o menor índice de consumo por pessoa (per capita), elevam a perspectiva de crescimento do Brasil nesse segmento a níveis que superam 100%.

Aproveitando esse cenário favorável, a cidade de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, sediará a Wine South America, a mais importante feira de vinhos da América Latina.

Nos dias 25 a 27 de setembro, o evento reunirá 52 produtores e mais de 250 marcas de vinhos de países da América do Sul, África e Europa que, entre players nacionais e estrangeiros, aproveitarão o bom momento para promover os rótulos europeus entre os consumidores brasileiros.

Portugal e Brasil

Portugal está entre os mais importantes produtores mundiais de vinhos, e é um dos mais importantes fornecedores para o mercado brasileiro em uma relação que se estreita ano a ano, resultando no aumento de consumo de rótulos portugueses no Brasil.

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FONTE: Rápido no Ar

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