Soja brasileira sobe com China de volta ao mercado

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Prêmios da soja nos portos brasileiros de Origem avançaram também

Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a segunda-feira (10.02) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas para exportação subindo 0,35%, para R$ 87,09/saca (contra 86,79/saca do dia anterior).

“A continuidade das compras chinesas de soja brasileira de Origem, somadas à manutenção do Dólar em patamares elevados e a pequena alta nas cotações da Bolsa de Chicago, permitiram que os preços médios da soja oferecidos pelas Tradings voltassem a subir nos portos do sul do país ou seus equivalentes nas demais regiões”, apontam os analistas da T&F Consultoria Agroeconômica.

No interior a alta foi de 0,52%, para a média de R$ 81,15/saca, contra R$ 80,73/saca do dia anterior. Com isto, no acumulado do mês houve avanços para 2,06% no porto e de 0,98% no interior, de acordo com os preços medidos pelo Cepea.

“Foi um dia de grande volume de vendas de soja pelos agricultores brasileiros, estimadas em 800 mil toneladas. Ao todo, o Brasil já negociou 49,8% da safra 2019/20 e 5,2% da safra 2020/21”, aponta a T&F.

CHINA

Ainda de acordo com a T&F, a China começou a semana bem ativa, comprando mais um cargo de soja brasileira e 3 cargos de soja americana por PNW nesta segunda-feira. “Há que se destacar que os prêmios da soja nos portos brasileiros de Origem avançaram 2 cents para maio, 6 cents para junho e 5 cents para julho. Para 2021, porém, os prêmios para 2021 também permaneceram inalterados”, concluem os analistas.

CLIMA

A Consultoria ARC Mercosul aponta que o fim de semana foi marcado por chuvas intensas sobre Goiás, Tocantins, Mato Grosso e o oeste do Piauí: “Índices pluviométricos entre 50-150mm foram registrados nestes últimos 3 dias, principalmente sobre a região central de Goiás e o nordeste do Mato Grosso. O padrão chuvoso tem atrasado a colheita da soja de verão, que já havia sido semeada com retardo de 1-2 semanas em consequência da falta de chuvas em setembro e outubro”.

“Enquanto isso, a janela ideal de semeadura do milho safrinha vem se comprimindo, finalizando nos próximos 15 dias – a partir daí, o risco de plantio já aumenta com a possibilidade da falta de chuvas em abril e maio para os estados do Centro do país. Nos próximos 5 dias, as precipitações já retraem sobre Goiás, Oeste da Bahia, sul do Tocantins, Mato Grosso e Paraná. Um cenário de tempo aberto é esperado com chuvas amenas”, concluem os analistas da T&F.

FONTE: Agrolink

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