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Balança comercial: superávit de US$ 1,187 bilhão na primeira semana de julho

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A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,187 bilhão na primeira semana de julho, com exportações no valor de US$ 4,604 bilhões e importações de US$ 3,416 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 114,446 bilhões e as importações, US$ 87,183 bilhões, com saldo positivo de US$ 27,263 bilhões.

Já na análise do mês, as exportações, ao comparar as médias até a primeira semana de julho deste ano (US$ 920,8 milhões) com a de julho do último ano (US$ 1,024 bilhão), nota-se um decréscimo de 10,1% por conta da diminuição nas vendas de produtos básicos (-20,7%, de US$ 577,2 milhões para US$ 457,7 milhões devido ao petróleo em bruto, soja em grão, carnes bovina, de frango e de peru, farelo de soja) e manufaturados (-5,8%, de US$ 327,2 milhões para US$ 308,2 milhões, em razão de partes de motores e turbinas para aviação, veículos de carga, tubos flexíveis de ferro/aço, tratores e automóveis de passageiros).

Contudo, houve um aumento na venda de produtos semimanufaturados (+41,7%, de US$ 109,2 milhões para US$ 154,8 milhões por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, celulose, ouro em formas semimanufaturadas). Em relação a junho deste ano, caíram 2,9% devido à redução nas vendas de produtos básicos (-9,1%, de US$ 503,6 milhões para US$ 457,70 milhões) e manufaturados (-2,4%, de US$ 315,7 milhões para US$ 308,2 milhões), ao passo que subiram as vendas de produtos semimanufaturados (+19,8%, de US$ 129,2 milhões para US$ 154,8 milhões).

Quanto às importações, a média diária até a primeira semana de julho deste, de US$ 683,3 milhões, foi 19,4% inferior à média de julho do ano passado (US$ 847,8 milhões). Nessa comparação, apontou-se uma queda nos gastos, sobretudo com cobre e suas obras (-44,8%), combustíveis e lubrificantes (-27,6%), cereais e produtos da indústria da moagem (-25,1%), siderúrgicos (-16,5%) e veículos automóveis e partes (-12,9%). Em relação a junho deste ano, houve uma diminuição de 0,3%, pela queda nas compras de cobre e suas obras (-22,7%), filamentos e fibras sintéticas/artificiais (-22,4%), combustíveis e lubrificantes (-19,0%), cereais e produtos da indústria da moagem (-16,6%), equipamentos mecânicos (-12,0%).

FONTE: O Brasilianista

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