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Carne de frango: para USDA, produção e exportação crescem 2% em 2021

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Em sua mais nova projeção sobre a produção mundial, exportação e importação de carne de frango em 2021, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) estima aumento de 2% e volume, novamente recorde, de quase 103 milhões de toneladas (a estimativa para 2020 também é recorde e, nas previsões do USDA, ultrapassa pela primeira vez a marca dos 100 milhões de toneladas).

Embora a maior expansão deva ocorrer na China (aumento anual superior a 3%), é prevista desaceleração no processo, já que o incremento previsto para o corrente exercício chega aos 8%. Isso ocorre – explica o USDA – porque a demanda tende a diminuir. Ou seja: a possível lacuna criada com a menor oferta de carne suína já atingiu seu limite, além do que o suprimento doméstico de carne suína deve apresentar recuperação.

Os demais produtores devem registrar expansão modesta, estando previsto para o Brasil incremento de 2,13%.

As exportações de carne de frango tendem, globalmente, a apresentar incremento em níveis quase similares aos da produção: +1,96%. E isto se confirmando, também alcançarão novo recorde.

Respondendo por 32% das exportações mundiais, o Brasil continua como líder isolado do setor e deve responder por mais de um terço das 234 mil toneladas adicionais ora previstas para 2021.

Nas palavras do USDA, a vantagem competitiva do Brasil em fornecer produtos diversificados a uma ampla gama de mercados a preços concorrenciais facilitará a expansão dos embarques para o Oriente Médio e a África Subsaariana, essenciais para o crescimento previsto, dada a perspectiva de uma demanda mais fraca por parte da China.

Por fim, no tocante aos países importadores de carne de frango, o USDA chama a atenção para o fato de que, após aumento de quase 70% no corrente exercício, as importações da China deverão sofrer recuo de cerca de 6% – o que, mesmo assim, corresponderá a compras cerca de 60% maiores que as de 2019.

Quem também reduz suas importações – e pelo segundo ano consecutivo – é o Japão. Mas o previsto é que elas recuem menos de meio por cento.

E enquanto o México mantém um crescimento mínimo, União Europeia e Arábia Saudita sinalizam expansão elevada, de 12,5% e 13,6%, respectivamente. Mas a União Europeia apenas retorna a níveis próximos de 2019.

Já a Arábia Saudita – que, junto com China e Japão, compõe o trio de principais importadores da carne de frango brasileira – compensa a redução projetada para esses dois países e importa o maior volume do triênio 2019/2021. Porém, continua bem abaixo das 878 mil toneladas importadas em 2016, cerca de 85% delas (746,4 mil toneladas) representadas por importações efetuadas do Brasil.

FONTE: Avisite

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