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Exportações de têxteis e vestuário com queda de 4,3% em fevereiro

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No acumulado de janeiro e fevereiro, a queda é de 1%. Em contraciclo estiveram os têxteis-lar e mercados como França, Reino Unido e EUA

As exportações da fileira têxtil caíram 4,3% em fevereiro, “refletindo já” o impacto da covid-19, anuncia a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) em comunicado. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, a queda é de 1% para um total de 881 milhões de euros.

Os produtos mais afetados foram o vestuário de malha com uma quebra de 1,5%, correspondente a menos 5,5 milhões de euros exportados, as fibras sintéticas ou artificiais descontínuas, que venderam menos 3,7 milhões ao exterior, uma redução de 8,1%, e o vestuário em tecido, com menos 3,2 milhões de euros exportados, ou seja, menos 1,9%.

Mas nem tudo foram más notícias. Em contraciclo estiveram as exportações de têxteis-lar e outros artigos têxteis confecionados, que cresceram 2,7%.

Considerando apenas o mês de fevereiro, o decréscimo foi de 4,3%, como referido, mas em janeiro a fileira tinha registado um crescimento homólogo de 2,5%.

Em termos de destinos, destaque para o mercado francês, que cresceu 2,5% correspondentes a mais 3 milhões de euros exportados. É o segundo principal mercado dos têxteis e vestuário nacionais, com compras totais de 123 milhões de euros nos primeiros dois meses do ano. Espanha permanece como o principal destino das exportações, com 247 milhões de euros, menos 9,2 milhões do que o ano passado. É uma quebra de 3,6%. O Reino Unido e os Estados Unidos, respetivamente, no 4º e 5º lugar no top das exportações, cresceram 1,5% e 2,8%. Compraram, cada um, mais um milhão de euros nos primeiros dois meses do ano, num total de 70 e 60 milhões de euros, respetivamente.

Também as importações caíram para 729 milhões de euros, são menos 4,5% que nos dois primeiros meses de 2019. A quebra foi mais significativa nas importações de matérias-primas têxteis, que registaram uma retração de 7,1%. As importações de vestuário diminuíram 2,6% e as de têxteis-lar e outros artigos têxteis confecionados recuaram 3,6%. Neste período o saldo da balança comercial do setor foi de 152 milhões de euros, com uma taxa de cobertura de 121%.

FONTE: Dinheiro vivo

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