Importação têxtil cresce em julho

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Sobre junho, aumento foi pequeno, frente a quatro meses em queda, e a comparação com julho de 2018 mostra recuo de quase 10%.

A importação têxtil brasileira que começou o ano com forte expansão, desidratou ao longo do semestre. Mas, depois da queda de junho, mostrou aumento de 6,6% na passagem para julho, atingindo US$ 436,26 milhões. Sobre julho de 2018, no entanto, teve redução de 9,7%. A China permanece como principal fornecedor do Brasil, respondendo em julho por US$ 226,99 milhões, pouco acima dos US$ 210 milhões negociados em junho. Os dados são apurados pelo GBLjeans a partir do sistema de controle do comércio exterior do governo federal.

O segundo maior país fornecedor brasileiro de produtos têxteis é a Índia. De lá foram importados US$ 30,12 milhões em julho, menos que os US$ 36,89 milhões de junho. No mês o Paraguai aparece como o terceiro principal parceiro comercial, fornecendo US$ 20,29 milhões, só que basicamente em itens de casa e decoração, como cobertores, mantas e tapetes.

O acumulado de janeiro a julho continua a indicar importações menores que as realizadas no mesmo período do ano passado. O acumulado de 2019 registra US$ 3,22 bilhões em compras, decréscimo de 5,42% sobre o acumulado dos sete primeiros meses de 2018.

EXPORTAÇÃO TÊXTIL

Embora sobre julho de 2018, a exportação têxtil brasileira tenha avançado nada menos que 83%, os US$ 152,47 milhões embarcados em julho de 2019 correspondem a 11,7% a menos do que o volume vendido em junho. Se a venda de algodão ao exterior predominou desde janeiro com a China encabeçando as encomendas, em julho, a Argentina desponta como principal destino dos produtos brasileiros. Para o país vizinho foram enviados US$ 20,73 milhões, em tecidos e fios.

O acumulado de janeiro a julho mostra avanço de 54,5% nas exportações, que alcançaram US$ 1,50 bilhão, sobre igual período de 2018. Nesse confronto, os países compradores de algodão voltam a liderar as rotas. Com China na linha de frente, ao comprar US$ 273,99 milhões, uma expansão e tanto de participação comparada aos US$ 23,79 milhões comercializado nos primeiros sete meses do ano passado.

Segundo o presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), Fernando Pimentel, as exportações têm crescido em parte por causa do câmbio favorável e de outra pelo “mercado interno pouco demandante”.

DESEMPENHO EM ROUPAS

Depois de quatro meses seguidos caindo, a importação de roupas subiu 17% em julho em relação a junho. O Brasil internou US$ 121,04 milhões em roupas no mês, a maioria fornecida pela China (US$ 62,01 milhões). Bem atrás, aparece Bangladesh como segundo maior fornecedor, com US$ 9,62 milhões negociados. Sobre julho de 2018, apresentou pequena redução de 3,6%.

No acumulado de janeiro a julho, a importação de roupas atingiu US$ 1 bilhão, que corresponde à queda de 11,4% sobre o mesmo período em 2018.

A exportação de roupas que caiu em junho, voltou a subir em julho. Avançou 27,3% para US$ 11,86 milhões. Sobre julho de 2018 a alta foi de praticamente 50%. Paraguai é o maior destino das roupas brasileiras, respondendo por US$ 2,11 milhões.

Desde 2016, a participação do Uruguai tem aumentado. Ultrapassou os Estados Unidos e assumiu o segundo lugar. Em julho, o Brasil exportou para o Uruguai US$ 2,59 milhões, mais que o dobro do US$ 1,18 milhão enviado em julho de 2018.

Também os Estados Unidos compraram mais em roupas brasileiras. Em julho foram US$ 1,5 milhão contra US$ 1,26 milhão em junho. E 83% a mais que os US$ 824 mil embarcados para o mercado americano em julho de 2018.

No acumulado de janeiro a julho, o balanço permanece positivo. Somou US$ 80,47 milhões, alta de 8,56% sobre US$ 74,13 milhões acumulados em igual período do ano passado.

FONTE: GBL Jeans

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