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Mercado de futuros da China cresce no primeiro semestre com opções em milho e algodão

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Beijing, 22 jul (Xinhua) — O mercado de futuros da China registrou forte crescimento no primeiro semestre deste ano.

Segundo dados da Associação de Futuros da China, o valor total das transações nos mercados de futuros em todo o país somou 128,6 trilhões de yuans (US$ 18,69 trilhões) durante o período, aumento de 33,79% em termos anuais.

Em junho, o número dos contratos de futuros comercializados cresceu, totalizando um valor de 24,2 trilhões de yuans, 30,2% a mais em termos anuais.

O vergalhão de aço registrou o mais alto volume de comércio na Bolsa de Futuros de Shanghai no mês passado, enquanto nas bolsas de commodities de Zhengzhou e Dalian, o ácido tereftálico purificado (PTA) e o minério de ferro foram os campeões neste quesito.

O primeiro futuro do país para frutas secas (tâmara vermelha) foi lançado no primeiro semestre na Bolsa de Commodities de Zhengzhou, no fim de abril.

O mercado de opções do país também lançou diversas novas variedades no primeiro semestre, incluindo as opções para borracha natural, algodão e milho.

Produção de vegetais da China atinge 700 milhões de toneladas em 2018

Yinchuan, 19 jul (Xinhua) — A produção de hortaliças da China ficou em 700 milhões de toneladas no ano passado, um aumento anual de 1,2%, de acordo com uma conferência realizada pela Associação Chinesa de Vegetais.

A conferência foi realizada na quarta-feira em Yinchuan, capital da Região Autônoma da Etnia Hui de Ningxia, no noroeste da China.

O abastecimento geral de legumes da China foi suficiente em 2018, com a demanda do consumidor crescendo constantemente, enquanto o fornecimento foi capaz de se ajustar à demanda, disse Xue Liang, presidente da associação.

No ano passado, a área de plantação vegetal chegou a 19,96 milhões de hectares, estável desde 2017. O valor da produção de hortaliças totalizou 2,2 trilhões de yuans (US$ 320 bilhões) e a produção líquida foi de 1,2 trilhão de yuans, informou Xue.

Ele observou que o rendimento líquido per capita da população rural na China proveniente da indústria vegetal alcançou 2.140 yuans em 2018.

A proteção de propriedade intelectual da indústria de sementes de produtos hortícolas da China registrou um progresso positivo, com 6.665 variedades de vegetais registradas em todo o país até dezembro do ano passado.

O setor se tornou uma das indústrias pilares nas áreas rurais, já que a China implementou uma estratégia de revitalização rural para impulsionar o desenvolvimento da agricultura, promover o emprego rural e aumentar a renda dos agricultores.

Comércio exterior de produtos agrícolas da China sobe 10,6% entre janeiro e maio (Brasil em 1.o lugar)

Beijing, 22 jul (Xinhua) — O comércio exterior de produtos agrícolas da China registrou rápido crescimento nos primeiros cinco meses do ano, com importações crescentes de vários países.

De acordo com o Ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais, entre janeiro e maio, o comércio exterior de produtos agrícolas totalizou 623,96 bilhões de yuans (US$ 90,9 bilhões), 10,6% a mais em termos anuais.

As importações aumentaram 14,1% para 416,37 bilhões de yuans, com as compras a partir do Brasil, Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), União Europeia (UE) e Austrália tendo rápida expansão.

Já as exportações subiram 4,1% para 207,59 bilhões de yuans, com mais vendas externas de chá chinês tanto em termos de volume quanto valor, segundo a pasta.

As exportações para a UE e ASEAN mantiveram o ímpeto de crescimento, aumentando 11,3% e 4,5% respectivamente nos primeiros cinco meses de 2019.

Pesquisa aponta que consumidores chineses têm forte apetite por produtos importados

Beijing, 22 jul (Xinhua) — As empresas chinesas de mercadorias planejam aumentar suas importações, já que a demanda dos consumidores do país por esses produtos permanece forte, mostrou uma pesquisa industrial.

Cerca de 9,7% das 945 empresas varejistas e atacadistas pesquisadas disseram que aumentariam as importações de produtos de consumo no próximo ano, 2,5 pontos percentuais a mais que as companhias que pretendem diminuir, segundo a pesquisa conduzida pelo Ministério do Comércio.

Entre os 1.059 consumidores pesquisados, 24,1% comprariam mais produtos importados, com grande demanda por alimentos, produtos maternos e infantis, cosméticos, relógios, óculos, joias e veículos de passageiros.

Quase 80% dos participantes compraram produtos importados de consumo pelo menos uma vez. Para 41,7% desse grupo de pessoas, os produtos vindos do exterior representam mais de 10% dos bens de mesma categoria que consomem.

A marca é a mais importante consideração quando as empresas importam produtos de consumo, enquanto a segurança também importa em relação aos produtos alimentícios, maternos e infantis. Por outro lado, o design é o maior fator para o vestuário e joias, segundo a pesquisa.

O levantamento faz parte dos esforços do ministério para ajudar a organizar a segunda Exposição Internacional de Importação da China, que será realizada em Shanghai de 5 a 10 de novembro.

As importações chinesas totalizaram 6,72 trilhões de yuans (US$ 977 bilhões) no primeiro semestre deste ano, aumento anual de 1,4%.

FONTE: Notícias Agrícolas

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